Disciplinas
Instituições, Poder e Sociedade
DISCIPLINA: TÓPICOS ESPECIAIS EM INSTITUIÇÕES, PODER E CIÊNCIAS
Professoras: Keila Grinberg e Christina Barboza
Horário: Terças-feiras, 14:00-17:00hs
Ementa: O objetivo principal desta disciplina é analisar a questão das instituições do Império Portugues e do Brasil imperial a partir das reflexões feitas pela historiografia, sociologia, antropologia e direito. Serão abordados tanto o processo de construção e consolidação das instituições portuguesas, a partir do período pombalino, quanto a (re)fundação e o fortalecimento das instituições brasileiras ao longo do século XIX.
À luz da historiografia, serão examinadas algumas dessas instituições, sejam elas de caráter jurídico, administrativo, científico ou cultural, com o objetivo de analisar as relações e interações entre a sociedade e o Estado. Simultaneamente, serão discutidos alguns dos diferentes enfoques dados às relações estabelecidas entre indivíduos, sociedades e instituições pela sociologia e pela antropologia cultural.
Programa:
10/08 – Apresentação do curso
I. Instituições e Análise social
17/08 – Bourdieu
BOURDIEU, Pierre. O campo científico. In: ORTIZ, Renato (org.) Pierre Bourdieu. São Paulo: Ática, 1983.
BOURDIEU, Pierre. A gênese dos conceitos de habitus e de campo. In: O poder simbólico. Rio de Janeiro: Difel, 1989.
Leitura complementar:
Craig Calhoun, “Habitus, Field, and Capital: The Question of Historical Specificity”, in CALHOUN, C., LiPUMA, E., POSTONE, M. (orgs.)., Bourdieu: critical perspectives. Chicago, The University of Chicago Press, 1993.
24/08 – Geertz.
GEERTZ, Clifford. A Interpretação das Culturas. Rio de Janeiro, Zahar, 1978, capítulos 1 e 9.
Leitura complementar :
Clifford Geertz.”Fait et droit en perspective comparée”, in Savoir local savoir global - les lieux du savoir. Paris, PUF, 1986. (há edição em espanhol e português).
31/08 – Sahlins.
SAHLINS, Marshall. Metáforas históricas e realidades míticas. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2008.
Leitura complementar:
SAHLINS, Marshall. História e Cultura: apologias a Tucídides. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2006.
II. Instituições e Agentes Sociais
14/09 – Bruno Latour. Ciência em Ação. Como seguir cientistas e engenheiros sociedade
afora. São Paulo, Unesp, 2000, capítulo 6.
21/09 – Micro-história
Henrique Espada Lima, A micro-história italiana: escalas, indícios e singularidades. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2003. Primeira parte: capítulos 1 e 2.
Mônica Ribeiro de Oliveira e Carla Maria Carvalho de Almeida (orgs.), Exercícios de micro-história. Rio de Janeiro, FGV, 2009, capítulos 1.
28/09 – Agência
Cristina Zurbriggen, “El institucionalismo centrado en los actores: una perspectiva analitica en el estudio de las politicas publicas”, in Revista de Ciencia Politica, volume 26, número 1, 2006, p. 67-83.
Walter Jonson, “On Agency”, in Journal of Social History, vol. 37, número 1, special issue (autumn, 2003), p. 113-124.
III. Instituições, Modernidade e Modernização no longo século XIX
05/10 – Instituições e Estado colonial
Lauren Benton, “The Legal Regime of the South Atlantic World: Jurisdictional Complexity as Institutional Order”, in Journal of World History, (2000), vol. 11, no 1, p. 27-56.
Lauren Benton, “Colonial Law and Cultural Difference: Jurisdictional Politics and the Formation of the Colonial State”, in Comparative Studies in Society and History, (1999), 41:563-588.
19/10 - Administração e Estado colonial
Antonio M. Hespanha, “A constituição do Império português. Revisão de alguns enviesamentos”, in João Fragoso et alii, O Antigo Regime nos Trópicos: a dinâmica imperial portuguesa (séculos XVI-XVIII). Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2001.
Laura de Mello e Souza, O Sol e a Sombra: política e administração na América portuguesa do século XVIII. São Paulo, Cia. das Letras, 2006, capítulos 1 e 10.
26/10 - O longo século XIX brasileiro.
DIAS, Maria Odila Leite da Silva. A interiorização da metrópole e outros estudos. São Paulo: Alameda, 2005.
09/11 - Instituições, modernidade e modernização no século XIX: Justiça
Jose Murilo de Carvalho, A Construção da Ordem e Teatro de Sombras. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2007, introdução e capítulos 1 e 7.
Ivan Vellasco, “Os predicados da ordem: os usos sociais da justiça nas Minas Gerais, 1780-1840”, Revista Brasileira de História. São Paulo, v. 25, nº 50, p. 167-200 – 2005.
16/11 – Instituições, modernidade e modernização no século XIX: Ciência
Fernando de Azevedo, As Ciências no Brasil. São Paulo, Melhoramentos, 1955, introdução.
Manoel Salgado Guimarães. “Para reescrever o passado como história: o IHGB e a Sociedade dos Antiquários do Norte”, in HEIZER, Alda e VIDEIRA, Antonio Augusto Passos (orgs.). Ciência, Civilização e Império nos Trópicos. Rio de Janeiro, Access, 2001.
DOMINGUES, H. M. B. . As ciências naturais e construção da nação brasileira. Revista de História (USP), São Paulo, v. 135, n. 02, p. 41-59, 1996.
23/11: Instituições, modernidade e modernização no século XIX: Direito, Engenharia e Medicina
Edmundo Campos Coelho. As Profissões Imperiais: medicina, engenharia e advocacia no Rio de Janeiro, 1822-1930. Rio de Janeiro, Record, 1999, “Prólogo” e “Prótase”.
Gilberto Hochman, A era do saneamento: as bases da política de saúde pública no Brasil. São Paulo, Hucitec/Anpocs, 1998, capítulo 1.
Maria Alice Rezende de Carvalho, O Quinto Século: André Rebouças e a construção do Brasil. Rio de Janeiro, Revan/IUPERJ, 1998, capítulo 2.
30/11: Instituições, modernidade e modernização no século XIX: concepções de raça e cor
Paul Gilroy. O Atlântico Negro. Modernidade e dupla consciência, São Paulo, Rio de Janeiro, 34/Universidade Cândido Mendes – Centro de Estudos Afro-Asiáticos, 2001. Introdução e capítulo 1.
Hebe Maria Mattos, “Raça e cidadania no crepúsculo da modernidade escravista”, in Keila Grinberg e Ricardo Salles (orgs.), O Brasil Imperial – vol. 3. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2009.
Hebe Maria Mattos e Keila Grinberg, “O Desaparecimento de Antonio Pereira Rebouças: memória, escravidão e liberalismo no Brasil”, in GOMES, Ângela de Castro (org.). Escrita de si, escrita da história. Rio de Janeiro, Fundação Getúlio Vargas, 2004.
Curso em andamento.
Historiografia Contemporânea
UNIVERSIDADE DO RIO DE JANEIRO (UNIRIO)
DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA
SEGUNDO SEMESTRE 2002
DISCIPLINA: HISTORIOGRAFIA CONTEMPORÂNEA
CÓDIGO: HIS
CRÉDITOS: 04 CRÉDITOS
C.H.: 60 H/A
HORÁRIO: 3AS E 5AS FEIRAS, 7:30H – 9:10H
PROFA.: KEILA GRINBERG
PROGRAMA
O objetivo do curso é traçar um panorama das grandes correntes da historiografia contemporânea. A partir do marco fundador dos Annales, pretende-se sistematizar os rumos das principais linhas de investigação, os principais autores das escolas francesa, inglesa e norte-americana, assim como suas relações com as disciplinas correlatas.
As aulas seguirão a seguinte dinâmica: na primeira aula da semana (terças-feiras) será lido e apresentado um texto de cunho historiográfico; na segunda aula da semana, será apresentado por um dos alunos texto de autores importantes para a referida corrente historiográfica, seguido de debate.
AVALIAÇÃO
- resenha crítica de A Escola dos Annales (1929-1989): a revolução francesa da historiografia. SP, UNESP, 1991 – data de entrega: 07/11/2002
- trabalho escrito individual – data de entrega: 09/01
- apresentação de textos com fichamento (ao longo do curso)
BIBLIOGRAFIA
ANDERSON, Perry, A crise da crise do marxismo: introdução a um debate contemporâneo, 3° ed., SP, Brasiliense, 1987.
ANDERSON, Perry, Considerações sobre o marxismo ocidental, Porto, Ed. Afontamento, 1976.
ASSOUN, Paul-Laurent, A Escola de Frankfurt, SP, Ática, 1991.
BLOCH, Marc, Introdução à História, 5ª ed., Col Saber, Lisboa, Pub. Europa-América, s/d.
BODEI, REMO. A HISTÓRIA TEM UM SENTIDO? BAURU, EDUSC, 2001.
BOURDÉ, Guy & Martin, Hervé, As escolas históricas, Lisboa, Europa-américa, 1983.
BOUTIER, Jean & JULIA, Dominique (org.) Passados Recompostos: campos e canteiros da história, Rio de Janeiro: Editora UFRJ/FGV, 1998
BRAUDEL, Fernand, Gramática das Civilizações, SP, Martins Fontres, 1989.
BRAUDEL, Fernand. História e Ciências Sociais, Lisboa: Editorial Estampa,1978.
BURKE, Peter (org.), A escrita da História, SP, Unesp, 1992
BURKE, Peter, A escola dos Annales, SP, Unesp, 1991
CARDOSO, Ciro F.Santana & Brignoli, H. Pérez, El concepto de clases sociales: bases para una discusión, Madrid, Editorial Ayuso, 1976.
CARDOSO, Ciro F.Santana, Ensaios Racionalistas, RJ, Campus, 1988.
CARDOSO, Ciro F.Santana, Introducción al trabajo de la investigación Histórica,: conocimiento, método e historia, Barcelona, Editorial Crítica, 1980
CHARTIER, Roger, A História Cultural, Lisboa, Difel, 1988.
CHAVEAU, A. & TÉTARD, P.(org.) Questões para a história do presente, São Paulo: EDUSC, 1999
DARNTON, Robert, O beijo de Lamourette, SP, Cia das Letras, 1990.
DARNTON, Robert, O Grande Massacre de Gatos, RJ: Graal, 1989.
DÉLOYE, Yves. Sociologia histórica do político, São Paulo: EDUSC, 1999
DEMO, Pedro. Metodologia científica em Ciências Sociais, SP: Atlas, 1989
DOSSE, François, A história em migalhas: dos Annales a Nova História, SP, Ed. Ensaio/Unicamp, 1992.
DOSSE, François, História do estruturalismo, SP, Ed. Ensaio/Unicamp, 1993, 2 vols.
ECO, Umberto. Como se faz uma tese em Ciências Humanas, Lisboa: Ed.Estampa, 1984.
ELIAS, Norbert, Sociedade dos indivíduos, RJ, Jorge Zahar ed., 1994.
ENCICLOPÉDIA EINAUDI, Vol. I Memória-História, Lisboa, Imprensa Nacional, Casa da Moeda, 1985.
ESTUDOS HISTÓRICOS, Historiografia, Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas Editora, vol. 9, n° 17, 1996.
FEBVRE, Lucien, Combates pela História, Lisboa, Estampa, 1985
FERRO, Marc, A história vigiada, SP, Martins Fontes, 1989.
FONTANA, J. Analise histórica y proyecto social, Barcelona, Grijalbo, 1987. (há versão português)
FRUCHON, Pierre (org.) O problema da consciência histórica – Hans-Georg Gadamer, Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas Ed., 1998
FURET, François, A oficina da História, Lisboa, Gradiva, s/d.
GAY, Peter, O estilo na história, SP, Cia das Letras, 1990.
GINZBURG, Carlo, A micro-História e outros ensaios, Lisboa, Difel, 1989
GINZBURG, Carlo, Mitos, emblemas e sinais, SP, Cia das Letras, 1989
GOLDMANN, Lucien, Ciências Humanas e Filosofia: o que é sociologia?, SP, Difel, 1976.
GOLDMANN, Lucien, Epistemologia e Filosofia Política, Lisboa, Editorial Presença, 1984.
HADDOCK, B.A. UMA INTRODUÇÃO AO PENSAMENTO HISTÓRICO. LISBOA, GRADIVA, 1989.
HELLER, Agnes, Uma teoria da História, RJ, Civilização Brasileira, 1993.
HOBSBAWN, Eric J., História do Marxismo, Vol. 1, RJ, Paz e Terra, 1983.
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HUNT, Lynn, A Nova História Cultural, SP, Martins Fontes, 1992.
IGGERS, George G. Historiography in the twentieth century: from scientific objectivity to postmodern challenge, Hannover: Wesleyan University Press, 1997.
LE GOFF, Jacques et. alli., A Nova História, Lisboa, Ed. 70, 1984.
LE GOFF, Jacques. História e Memória. Campinas, Editora da Unicamp, 1990.
LE GOFF, Jacques et. alli., História e Nova História, Lisboa, Teorema, 1986
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LEFEBVRE, G., El nacimiento de la historiografía moderna, Barcelona, Ediciones Martínez Roca, S.A, 1976.
LE ROY LADURIE, Emmanuel, Entre los historiadores, México: Fondo de Cultura Económica, 1989.
LÖWY, Michel, As aventuras de Karl Marx contra o Barão de Münchausen: marxismo e positivismo na sociologia do conhecimento, SP, Busca Vida, 1987.
MATTOS, Marcelo B. (org.). História: pensar & fazer, NiteróiL LDH, 1998.
MOTTA, M. & MENDONÇA, S. (orgs) Nação e Poder: as dimensões da história, Niterói: Eduff, 1998
NOVAES, Adauto (org.) Tempo e História, SP, Sec. Mun. de Cultura/Cia das Letras, 1992.
NORA, Pierre et alli., Ensaios de Ego-História, Lisboa: Ed. 70, 1989.
PALMADE, Guy et. alli., História e Historicidade, Lisboa, Gradiva, 1988.
REVEL, Jacques (org.) Jogos de Escala: a experiência de micro-análise, Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas Ed., 1998
SAHLINS, Marshall, Ilhas da História, RJ, Jorge Zahar Editor, 1990.
SCHAFF, Adam, História e verdade, SP, Martins Fontes, 1991.
SILVA, ROGÉRIO FORASTIERI DA. HISTÓRIA DA HISTORIOGRAFIA. BAURU, EDUSC, 2001.
TUCHMAN, Barbara W., A prática da História, RJ, José Olympio, 1991.
VAINFAS, Ronaldo. Os protagonistas anônimos da história: a micro-história. Rio de Janeiro, Campus, 2002.
VEYNE, Paul, O inventário das diferenças: história e sociologia, SP, Brasiliense, 1983.
VILAR, Pierre, Iniciación al vocabulario del analisis histórico, Barcelona, Crítica, 1982.
VOVELLE, Michel, Ideologias e Mentalidades, SP, Brasiliense, 1988.
ZIZEK, Slavoj (org.). Mapa da Ideologia, Rio de Janeiro: Contraponto, 1996
WHITROW, G.J. O tempo na história: concepções do tempo da pré-história aos nossos dias, Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1993
Seminário de Investigação Histórica
Disciplina ministrada em 2004.1
DISCIPLINA: SEMINÁRIO DE INVESTIGAÇÃO HISTÓRICA
CÓDIGO: HIS
CRÉDITOS: 03 CR. TEÓRICOS E 02 PRÁTICOS
C.H.: 60 h/a
PROFa.: KEILA GRINBERG
HORÁRIO (créditos teóricos): 5as feiras de 11:00 às 12:50 h
EMENTA: A construção da problemática em história; os instrumentos intelectuais e operacionais da investigação histórica.
PLANO DE CURSO
I. A curiosidade e a dúvida: motores da investigação
O problema na investigação científica
II. O problema na investigação histórica
III. Construindo um problema
1. o tema
2. a relevância
3. a historiografia
4. a questão
5. o objeto
IV. Desvendando um problema
1. as fontes
2. instrumentos de análise
3. os métodos
4. análise e interpretação
5. as hipóteses
V. Transformando um problema em um projeto de pesquisa
1. os passos do projeto de pesquisa
2. cronograma
3. lista de fontes
4. bibliografia
5. padrões de citação bibliográfica
AVALIAÇÃO
1. análise crítica e metodológica de fontes (individual)
2. análise de projetos (em grupo)
3. Produção de um projeto de pesquisa a partir de um trabalho pronto
BIBLIOGRAFIA GERAL
• BECKER, Howard. Métodos de pesquisa em Ciências Sociais. Rio de Janeiro: Hucitec, 1992.
BLOCH, Marc. Apologia da história ou o ofício do historiador. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2002.
• BOUTIER e Julia, Dominique (org.). Passados recompostos: campos e canteiros da história. Rio de Janeiro: UFRJ/FGV, 1998.
• CARDOSO, Ciro Flamarion S. e VAINFAS, Ronaldo. Domínios da História: ensaios de teoria e metodologia. Rio de Janeiro: Campus, 1997.
• ECO, Umberto. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva.
BIBLIOGRAFIA ESPECÍFICA
• AGUIAR, Flávio. Com palmos medida; terra, trabalho e conflito na literatura brasileira. São Paulo, Boitempo Editorial, Editora Fundação Perseu Abramo, 1999.
• ALVES Filho, Ivan. Brasil - 500 anos em documentos. SP, Mauad, 1999.
• ANDERSON, Perry, A crise da crise do marxismo: introdução a um debate contemporâneo, 3° ed., SP, Brasiliense, 1987.
• Anderson, Perry, Considerações sobre o marxismo ocidental, Porto, Ed. Afontamento, 1976.
• Assoun, Paul-Laurent, A Escola de Frankfurt, SP, Ática, 1991.
• BARROS, Carlos. “Para um novo paradigma historiográfico”, in Tempo, Rio de Janeiro, no. 11, pp. 205-221.
• Becker, Howard S. Métodos de Pesquisa em Ciências Sociais, São Paulo: Ed. Hucitec, 1993.
• Bergeron, Louis(org.). Níveis de cultura e grupos sociais, Lisboa: Ed. Kosmos, 1974
• BORGES, Vavy Pacheco. “História e política: laços permanentes”. In Revista Brasileira de História, n. 23/24. SP. Marco Zero/ANPUH, 1991/92.
• BOURDÉ, Guy e MARTIN, Hervé. As escolas históricas. Lisboa, Europa-América, s/d.
• BRAUDEL, Fernand, Gramática das Civilizações, SP, Martins Fontres, 1989.
• BURKE, Peter (org.). A escrita da história. Novas perspectivas. SP, Ed. da UNESP, 1992.
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• Cardoso, Ciro F.Santana & Brignoli, H. Pérez, El concepto de clases sociales: bases para una discusión, Madrid, Editorial Ayuso, 1976.
• Cardoso, Ciro F.Santana, Ensaios Racionalistas, RJ, Campus, 1988.
• Cardoso, Ciro F.Santana, Introducción al trabajo de la investigación Histórica,: conocimiento, método e historia, Barcelona, Editorial Crítica, 1980
• Cardoso, Ciro F.Santana, Métodos em História, RJ, Graal, 1979.
• Cardoso, Ciro F.Santana, Uma Introdução à História, SP, Brasiliense, 1985.
• CARDOSO, Ciro Flamarion. "No Limiar do Século XXI". In: Tempo, Rio de Janeiro, vol, 1, nº 2, 1996, p. 7-30
• CARR, E.H. Que é história? RJ, Paz e Terra, 1978.
• CARVALHO, José Murilo de. “História intelectual no Brasil: a retórica como chave de leitura”, in Topoi, Rio de Janeiro, no.1, p. 123-152.
• Castoriadis, Cornelius, A instituição imaginária da sociedade, 2ª ed., RJ, Paz e Terra, 1982.
• CERTEAU, Michel de. A escrita da história. RJ, Forense, 1982.
• CHALHOUB, Sidney. Visões da Liberdade, São Paulo, Cia. das Letras, 1990.
• CHARTIER, Roger. “‘Cultura popular’: revisitando um conceito historiográfico”. In Estudos Históricos, n. 16. RJ, Ed. da FGV, 1995.
• CHARTIER, Roger. “A história hoje: dúvidas, desafios, propostas”. In Estudos Históricos, RJ, FGV (13), 1994.
• CHARTIER, Roger. A história cultural. Entre práticas e representações. Lisboa, Difel, 1990.
• CHARTIER, Roger. “Debate – Literatura e História”, in Topoi, Rio de Janeiro, no.1, p. 197-216.
• Chaveau, A. & Tétard, P.(org.) Questões para a história do presente, São Paulo: EDUSC, 1999
• Darnton, Robert, O Grande Massacre de Gatos, RJ: Graal, 1989.
• DARNTON, Robert. O beijo de Lamourette. Mídia, cultura e revolução. São Paulo, Companhia das Letras, 1990.
• DARNTON, Robert. O grande massacre de gatos e outros episódios da história cultural francesa. RJ, Graal, 1986.
• DAVIS, Natalie Zemon. Fiction in the Archives: Pardon Tales and their Tellers in Sixteenth Century France. Stanford, Stanford University Press, 1987.
• Déloye, Yves. Sociologia histórica do político, São Paulo: EDUSC, 1999
• Demo, Pedro. Metodologia científica em Ciências Sociais, SP: Atlas, 1989
• Dosse, François, A história em migalhas: dos Annales a Nova História, SP, Ed. Ensaio/Unicamp, 1992.
• Dosse, François, História do estruturalismo, SP, Ed. Ensaio/Unicamp, 1993, 2 vols.
• Eagleton, Terry. Ideologia, São Paulo: Editora da Universidade Estadual Paulista: Ed. Bointempo, 1997.
• ELIADE, Mircea. Mito do eterno retorno. SP, Mercuryo, 1992.
• Elias, Norbert, Sociedade dos indivíduos, RJ, Jorge Zahar ed., 1994.
• Enciclopédia Einaudi. Memória-História, vol. 1. Porto, Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1984.
• Estudos Históricos, Historiografia, Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas Editora, vol. 9, n° 17, 1996.
• FALCON, Francisco José C. "O Rio de Janeiro como objeto historiográfico". In: "Revista Brasileira de História", São Paulo, vol. 15, nº 30, 1995, pp. 63-75.
• FALCON, Francisco. "'Historicismo': a atualidade de uma questão aparentemente inatural". In Tempo. Revista do Dept. de História da UFF, n. 4. Rio de Janeiro, Ed. Sette Letras, dezembro de 1977.
• FALCON, Francisco. “A identidade do historiador”. In Estudos Históricos, n. 17. RJ, Ed. da FGV, 1996.
• FEBVRE, Lucien. Combates pela História. Lisboa, Editorial Presença, 1985.
• FERREIRA, Marieta de Moraes e AMADO, Janaína. Usos e abusos da História Oral. RJ, Ed. da FGV, 1996.
• FERREIRA, Marieta de Moraes. "A nova 'velha história': o retorno da história política", in Estudos Históricos no.10, Rio de Janeiro, Fundação Getúlio Vargas, 1992.
• Ferro, Marc, A história vigiada, SP, Martins Fontes, 1989.
• FERRO, Marc. Cinema e História. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1992.
• FLORESCANO, Enrique. "A função social do historiador". In Tempo. Revista do Dept. de História da UFF, n. 4. Rio de Janeiro, Ed. Sette Letras, dezembro de 1997.
• Fontana, J. Analise histórica y proyecto social, Barcelona, Grijalbo, 1987. (há versão português)
• Fruchon, Pierre (org.) O problema da consciência histórica – Hans-Georg Gadamer, Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas Ed., 1998
• Furet, François, A oficina da História, Lisboa, Gradiva, s/d.
• Gay, Peter, O estilo na história, SP, Cia das Letras, 1990.
• GEERTZ, Clifford. Savoir local savoir global - les lieux du savoir. Paris, PUF, 1986.
• GINZBURG, Carlo. A micro-história e outros ensaios. Lisboa, Difel, 1989.
• GINZBURG, Carlo. El juez y el historiador - acotaciones al margen del caso Sofri. Madrid, Anaya, 1993.
• GINZBURG, Carlo. Mitos, Emblemas e Sinais: morfologia e história. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.
• GINZBURG, Carlo. O queijo e os vermes. O cotidiano e as idéias de um moleiro perseguido pela Inquisição. SP, Companhia das Letras, 1987.
• GLÉNISSON, Jean. Iniciação aos estudos históricos. SP/RJ, Difel, 1979.
• Goldmann, Lucien, Ciências Humanas e Filosofia: o que é sociologia?, SP, Difel, 1976.
• Goldmann, Lucien, Epistemologia e Filosofia Política, Lisboa, Editorial Presença, 1984.
• GOMES, Angela de Castro. “Política: história, ciência, cultura, etc.”. In Estudos Históricos, n. 17. RJ, Ed. da FGV, 1996.
• Guerra, Martha & Castro, Nancy. Como fazer um projeto de pesquisa, Juiz de Fora: EDURFJF, 1982.
• Haddock, B.A., Uma introdução ao pensamento histórico, Lisboa, Gradiva, 1980
• Heller, Agnes, Uma teoria da História, RJ, Civilização Brasileira, 1993.
• HOBSBAWM, Eric. Sobre a História. SP, Companhia das Letras, 2000.
• Hobsbawn, Eric J., História do Marxismo, Vol. 1, RJ, Paz e Terra, 1983.
• Hunt, Lynn, A Nova História Cultural, SP, Martins Fontes, 1992.
• Koyré, Alexandre. Estudos do Pensamento Científico, RJ: Ed. Forense Universitária, 1991
• Koselleck, Reinhart. “Uma história dos conceitos: problemas teóricos e práticos”, in Estudos Históricos, Rio de Janeiro, vol. 5, n. 10, 1992, p. 134-146.
• KRANTZ, Frederick. A outra história. RJ, Zahar, 1990.
• LE GOFF, J. e NORA, P. História: Novos Objetos. RJ, Ed. Francisco Alves, 1976.
• LE GOFF, J. e NORA, P.. História: Novos Problemas. RJ, Ed. Francisco Alves, 1979.
• Le Goff, Jacques et. alli., História e Nova História, Lisboa, Teorema, 1986
• Le Goff, Jacques. História e Memória. Campinas, Editora da Unicamp, 1990.
• Le Goff, Jacques, A Nova História, SP, Martins Fontes, 1990.
• Le Goff, Jacques, Reflexões sobre História, Lisboa, Ed. 70, 1986.
• Le Roy Ladurie, Emmanuel, Entre los historiadores, México: Fondo de Cultura Económica, 1989.
• Lefebvre, G., El nacimiento de la historiografía moderna, Barcelona, Ediciones Martínez Roca, S.A, 1976.
• LEVI, Giovanni. “Les usages de la biographie”, in Annales ESC, nov-dez 1989, no.6, p.1325-1336.
• LEVI, Giovanni. Le Pouvoir au village: histoire d’un exorciste dans le Piémont du XVIIème siècle. Paris, Gallimard, 1989. (versão em português, Civilização Brasileira)
• LINHARES, Maria Yedda Leite. "A pesquisa histórica no Rio de Janeiro. A história agrária como programa de trabalho: 1977-1994. Um balanço". In: "Revista Brasileira de História", São Paulo, vol. 15, nº 30, 1995, pp. 77-89.
• LOBO, Eulália Maria L. "Historiografia do Rio de Janeiro". In: "Revista Brasileira de História", São Paulo, vol. 15, nº 30, 1995, pp. 45-62.
• LÖWY, Michel, As aventuras de Karl Marx contra o Barão de Münchausen: marxismo e positivismo na sociologia do conhecimento, SP, Busca Vida, 1987.
• MARTINS, Ismênia de Lima. "Anotações sobre a história do trabalho no Brasil". In: "Revista Brasileira de História", São Paulo, vol. 15, nº 30, 1995, pp. 91-100.
• MATTOS, Hebe Maria. “Os combates da memória: escravidão e liberdade nos arquivos orais de descendentes de escravos brasileiros”. Tempo, Rio de Janeiro, no. 6, p. 119-137.
• Mattos, Marcelo B. (org.). História: pensar & fazer, NiteróiL LDH, 1998.
• Motta, M. & Mendonça, S. (orgs) Nação e Poder: as dimensões da história, Niterói: Eduff, 1998
• MAUAD, Ana Maria. “Através da imagem: fotografia e história – interfaces”, in Tempo, Rio de Janeiro, vol.1, no. 2, 1996, p. 7-30.
• Nora, Pierre et alli., Ensaios de Ego-História, Lisboa: Ed. 70, 1989.
• Novaes, Adauto (org.) Tempo e História, SP, Sec. Mun. de Cultura/Cia das Letras, 1992.
• Palmade, Guy et. alli., História e Historicidade, Lisboa, Gradiva, 1988.
• POLLAK, Michael. "Memória, esquecimento, silêncio". Estudos históricos, vol 2, n. 3. Rio de Janeiro: 1989.
• PORTELLI, Alessandro. “A Filosofia e os Fatos: narração, interpretação e significado nas memórias e nas fontes orais”, in Tempo, Rio de Janeiro, vol. 1, no. 2, 1996, p. 59-72.
• RÉMOND, René (org.). Por uma história política. Rio de Janeiro, Editora da UFRJ/Editora da FGV, 1996.
• Revel, Jacques (org.) Jogos de Escala: a experiência de micro-análise, Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas Ed., 1998.
• ROSANVALLON, Pierre. “Por uma história conceitual do político”. In Revista Brasileira de História, n. 30. SP, 1995.
• Sahlins, Marshall, Ilhas da História, RJ, Jorge Zahar Editor, 1990.
• SCHAPOCHNIK, Nelson. "Como se escreve a História ?". In: "Revista Brasileira de História", São Paulo, vol. 13, nº 25/26, Set. 92/Ago. 93, pp. 67-80.
• SCHWARCZ, Lilia Moritz & Reis, Letícia Vidor de Souza. Negras Imagens. São Paulo, Edusp, 1996.
• SOARES, Mariza de Carvalho & FERREIRA, Jorge (org.). História e cinema. Os filmes que a História não pode perder. Rio de Janeiro, Ed. Record, 2001.
• Tuchman, Barbara W., A prática da História, RJ, José Olympio, 1991.
• Veyne, Paul, O inventário das diferenças: história e sociologia, SP, Brasiliense, 1983.
• Vilar, Pierre, Iniciación al vocabulario del analisis histórico, Barcelona, Crítica, 1982.
• Vovelle, Michel, Ideologias e Mentalidades, SP, Brasiliense, 1988.
Tópicos em História do Brasil
História das Relações Sociais, da Cultura e do Trabalho no Brasil (século XIX e início do XX)
EMENTA: O curso pretende apresentar um panorama da produção historiográfica acerca das transformações nas relações de trabalho no Brasil do século XIX em seus aspectos jurídico, social, cultural e econômico, com ênfase nos temas: 1) a problemática da transição do trabalho escravo ao trabalho livre; 2) as várias dimensões da luta pelo fim do regime de trabalho escravo no Brasil; 3) as marcas da escravidão nas relações sociais do início do período republicano.
PROGRAMA:
I) Introdução: Escravidão e liberdade no Brasil do século XIX
II) Trabalho escravo e trabalho livre
1. o conceito de transição
• COSTA, Emília Viotti da. “Da escravidão ao trabalho livre”, in Da Monarquia à República: momentos decisivisos. São Paulo, Brasiliense, 1987 (4ª ed.), p. 228-247.
• MACHADO, Maria Helena. “Em torno da autonomia escrava: uma nova direção para a história social da escravidão”, in Revista Brasileira de História, São Paulo, v.8, no. 16, mar/ago 1988, p. 143-160.
2. fim do tráfico atlântico e política externa
• RODRIGUES, Jaime. O infame comércio. Campinas, Editora da Unicamp, 2001, p. 69-125.
3. terra
• MOTTA, Márcia Maria Menendes. Nas Fronteiras do Poder. Conflito e Direito à Terra no Brasil do Século XIX. Rio de Janeiro, APERJ/Vício de Leitura Ed., 1998. Capítulo: “A Lei de Terras e seus significados”.
4. imigração e formas de trabalho livre
• AZEVEDO, Célia M. Marinho de. Onda Negra, Medo Branco. O Negro no Imaginário das Elites, século XIX, Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1987, p. 105-174.
• MATTOS [DE CASTRO], Hebe. Ao Sul da História: lavradores pobres na crise do trabalho escravo. São Paulo, Brasiliense, 1987, p. 75-115.
III) As várias dimensões da luta pelo fim da escravidão
1. os conceitos de negociação e resistência; crimes, revoltas e quilombos
• REIS, João e SILVA, Eduardo. Negociação e Conflito. São Paulo, Companhia das Letras, 1989, p. 13-21 e p. 62-78.
• GOMES, Flávio. “Jogando a rede, revendo as malhas: fugas e fugitivos no Brasil escravista”, in Tempo, Rio de Janeiro, vol. 1, no.1, 1996, p. 67-93.
2. família escrava, identidades coletivas e religiosidade
• SLENES, Robert W. "Na Senzala, uma flor”: Esperanças e recordações na formação da família escrava – Sudeste – Séc. XIX. RJ, Nova Fronteira, 1999, p. 27-68.
• REIS, João José. “Identidade e diversidade étnicas nas irmandades negras no tempo da escravidão inTempo, Rio de Janeiro, vol. 2, no. 3, 1997, p. 7-33.
3. justiça e a luta por direitos
• MATTOS, Hebe Maria. Das Cores do Silêncio: os significados da liberdade no sudeste escravista - Brasil séc. XIX. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1998, p. 169-227.
4. legislação e política parlamentar
• ABREU, Martha. Verbete “Lei do ventre livre”, in VAINFAS, Ronaldo (org.). Dicionário do Brasil Imperial. Rio de Janeiro, Objetiva, 2002.
• CARVALHO, José Murilo de. Teatro de Sombras: a política imperial. Rio de Janeiro, Vértice/Iuperj, 1988, p. 50-83.
• MENDONÇA, Joseli. Entre A Mão e os Anéis: a lei dos sexagenários e os caminhos da abolição no Brasil. Campinas, Editora da Unicamp, 1999, p. 137-220.
5. Abolicionismo e abolição
• CARDOSO, Ciro Flamarion. Escravidão e abolição no Brasil: novas perspectivas. Rio de Janeiro : Jorge Zahar, 1988, p. 73-110.
• MACHADO, Maria Helena. O Plano e o Pânico. Os movimentos sociais na década da abolição. Rio de Janeiro, EDUFRJ, 1994, p. 143-173.
IV) As marcas da escravidão no início do período republicano
1. Criminalidade
• CAULFIELD, Sueann. Em Defesa da Honra: mobilidade sexual, modernidade e nação. Campinas, Editora da Unicamp, 2001, p. 269-328.
2. Revoltas Políticas
• NASCIMENTO, Álvaro. A Ressaca da Marujada: Recrutamento e Disciplina na Armada Imperial. Rio de Janeiro, Arquivo Nacional, 2001.
3. Identidade Étnica
• MATTOS, Hebe. “Terras de Quilombo?” Campesinato, memória do cativeiro e processos de identificação étnica no Rio de Janeiro. Guadalupe, 2001.
4. Direito e cidadania
• GRINBERG, Keila. Código civil e cidadania. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2001, p. 47-65.
AVALIAÇÃO: A avaliação consistirá de: a) prova escrita individual; b) resenha crítica individual sobre obra ou conjunto de obras discutidas no curso, de livre escolha do aluno.
BIBLIOGRAFIA:
• ALENCASTRO, Luiz Felipe. História da Vida Privada no Brasil. Império: a corte e a modernidade nacional. São Paulo, Cia das Letras, 1997.
• AZEVEDO, Célia M. Marinho de. Onda Negra, Medo Branco. O Negro no Imaginário das Elites, século XIX, Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1987.
• AZEVEDO, Elciene. Orfeu de Carapinha: a trajetória de Luiz Gama na Imperial Cidade de São Paulo. Campinas, Editora da Unicamp, 1999.
• BOSI, Alfredo. Dialética da Colonização. São Paulo, Companhia das Letras, 1992.
• CARDOSO, Ciro Flamarion. Escravidão e abolição no Brasil: novas perspectivas. Rio de Janeiro : Jorge Zahar, 1988, p. 73-110.
• CARVALHO, José Murilo de. Teatro de Sombras: a política imperial. Rio de Janeiro, Vértice/Iuperj, 1988.
• CASTRO, Hebe Maria Mattos de. Ao Sul da História: Lavradores pobres na crise de trabalho escravo, São Paulo, Brasiliense, 1987.
• CAULFIELD, Sueann. Em Defesa da Honra: mobilidade sexual, modernidade e nação. Campinas, Editora da Unicamp, 2001.
• CHALHOUB, Sidney. Visões da Liberdade. Uma história das Últimas décadas da escravidão na corte. São Paulo, Cia das letras, 1990.
• CONRAD, Robert. Os últimos anos da escravatura no Brasil. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1979.
• COSTA, Emília Viotti da. Da Monarquia à República. Momentos decisivos. São Paulo, LECH, 1979.
• COSTA, Emília Viotti da. Da Senzala à Colônia. São Paulo, Brasiliense, 1989.
• DEAN. Warren. Rio Claro. Um sistema brasileiro de grande lavoura, 1820-1920. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1977.
• EISEMBERG, Peter. Modernização sem Mudança: a indústria açucareira em Pernambuco, 1840-1910. Rio de Janeiro, Paz e Terra/Campinas, UNICAMP, 1977.
• EISEMBERG, Peter L. Homens Esquecidos. Escravos e Trabalhadores livres no Brasil -- Séculos XVIII e XIX, Campinas, UNICAMP, 1989.
• LARA, Sílvia (org.) Escravidão. Revista Brasileira de História, São Paulo, v8., no. 16, mar/ago 1988.
• FLORENTINO, Manolo Garcia. Em Costas Negras: uma história do tráfico atlântico de escravos entre a África e o Rio de Janeiro (séculos XVIII e XIX). Rio de Janeiro, Arquivo Nacional, 1995.
• GOMES, Flávio dos Santos. Histórias de Quilombolas: mocambos e comunidades de senzalas no Rio de Janeiro - século XIX. Rio de Janeiro, Arquivo Nacional, 1995.
• GOMES, Flávio. “Jogando a rede, revendo as malhas: fugas e fugitivos no Brasil escravista”, in Tempo, Rio de Janeiro, vol. 1, no.1, 1996, p. 67-93.
• GRINBERG, Keila. Código civil e cidadania. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2001.
• GRINBERG, Keila. Liberata - a lei da ambiguidade: as ações de liberdade da Corte de Apelação do Rio de Janeiro no século XIX. Rio de Janeiro, Relume Dumará, 1994.
• KARASCH, Mary. A vida dos escravos no Rio de Janeiro: 1808-1850. São Paulo, Companhia das Letras, 2000.
• LAMOUNIER, Maria Lúcia. Da escravidão ao trabalho livre: a lei de locação de serviços de 1879. São Paulo, Papirus, 1988.
• MACHADO, Maria Helena. O Plano e o Pânico. Os movimentos sociais na década da abolição. Rio de Janeiro, EDUFRJ, 1994.
• MATTOS [DE CASTRO], Hebe e Schnoor, Eduardo (orgs.). Resgate: Uma Janela para o Oitocentos. Rio de Janeiro, Topbooks, 1995.
• MATTOS, Hebe Maria. Das Cores do Silêncio: os significados da liberdade no sudeste escravista - Brasil séc. XIX. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1998.
• MATTOS, Hebe Maria. Escravidão e Cidadania no Brasil Monárquico. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Ed., 2000.
• MATTOSO, Kátia M. de Queirós. Ser Escravo no Brasil. São Paulo, Brasiliense, 1988.
• MENDONÇA, Joseli. Entre A Mão e os Anéis: a lei dos sexagenários e os caminhos da abolição no Brasil. Campinas, Editora da Unicamp, 1999.
• MOTTA, Márcia Maria Menendes. Nas Fronteiras do Poder. Conflito e Direito à Terra no Brasil do Século XIX. Rio de Janeiro, APERJ/Vício de Leitura Ed., 1998.
• NABUCO, Joaquim. O abolicionismo. Petrópolis, Vozes, 1977.
• NASCIMENTO, Álvaro. A Ressaca da Marujada: Recrutamento e Disciplina na Armada Imperial. Rio de Janeiro, Arquivo Nacional, 2001.
• PAMPLONA, Marco A (org.). Escravidão, Exclusão e Cidadania. Rio de Janeiro, Access, 2001.
• PENA, Eduardo Spiller. Pajens da Casa Imperial: Jurisconsultos e escravidão no Brasil do século XIX. Campinas, Editora da Unicamp, 2001.
• PESSANHA, Andréa Santos da Silva. André Rebouças: da abolição da escravatura à abolição da miséria - uma proposta no Rio de Janeiro oitocentista. Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal Fluminense. Niterói, 1997.
• RIBEIRO, Carlos Antonio Costa. Cor e Criminalidade: estudo e análise da justiça no Rio de Janeiro (1900-1930). Rio de Janeiro, Editora da UFRJ, 1995.
• REIS, João e SILVA, Eduardo. Negociação e Conflito. São Paulo, Companhia das Letras, 1989.
• REIS, João José & GOMES, Flávio dos Santos (org.). Liberdade por um Fio. São Paulo, Companhia das Letras, 1996.
• REIS, João José. “Identidade e diversidade étnicas nas irmandades negras no tempo da escravidão inTempo, Rio de Janeiro, vol. 2, no. 3, 1997, p. 7-33.
• REIS, João José (org.). Escravidão e Invenção da Liberdade. São Paulo, Brasiliense, 1988.
• REIS, João José, A Morte é uma Festa, Ritos Fúnebres e Revolta Popular no Brasil do Século XIX, São Paulo, Cia das Letras, 1991.
• REIS, João José. Rebelião escrava no Brasil: a história do levante dos malês, 1835. São Paulo, Brasiliense, 1986.
• RODRIGUES, Jaime. O infame comércio. Campinas, Editora da Unicamp, 2001.
• SCHWARCZ, Lilia Moritz. O Espetáculo das Raças: cientistas, instituições e questão racial no Brasil 1870-1930. São Paulo, Companhia das Letras, 1993.
• SILVA, Eduardo. Dom Obá II D’Africa, O Príncipe do Povo. Vida, Tempo e Pensamento de um Homem Livre de Cor. São Paulo, Cia. das Letras, 1999.
• SLENES, Robert W e FARIA, Sheila de Castro.. “Família escrava e trabalho”. Tempo, Rio de Janeiro, no. 6, p. 37-47.
• SLENES, Robert W. "Na Senzala, uma flor”: Esperanças e recordações na formação da família escrava – Sudeste – Séc. XIX. RJ, Nova Fronteira, 1999.
• SOARES, Carlos Eugênio. A Negregada Instituição. Os Capoeiras na Corte Imperial, 1850-1890. Rio de Janeiro, Access Editora, 1998.
• STEIN, Stanley. Vassouras. Um município brasileiro do café, 1850-1900. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1990.
• VAINFAS, Ronaldo (org.). Dicionário do Brasil Imperial. Rio de Janeiro, Objetiva, 2002.
• VELASCO E CRUZ, Maria Cecilia. “Tradições Negras na Formação de um Sindicato: Sociedade de Resistência dosTrabalhadores em Trapiche e Café, Rio de Janeiro, 1905-1930”. Afro-Ásia, 24, 2000.
Tópicos em Poder, Instituições e Sociedade / Tópicos em Teoria da História
História e Direito
Disciplina ministrada em conjunto para a graduação e para a pós-graduação em História - UNIRIO, 2008.1
Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO
Centro de Ciências Humanas e Sociais
Departamento de História
Tópicos Especiais em Teoria da História
Programa de Pós-Graduação em História
Tópicos Especiais em Poder, Instituições e Sociedade
2008.1
Horário: 4as feiras, 14:00 às 17:00h
Profa. Dra. Keila Grinberg
História & Direito
Ementa
Embora História e Direito sejam disciplinas que já tenham caminhado juntas na historiografia brasileira, há tempos que a pesquisa histórica, sob influência marxista e dos Annales, deixou de abordar temas relativos ao Direito e ao Estado. Desde os anos 1980, fontes de natureza jurídica como inventários, testamentos, processos criminais e cíveis passaram a fazer parte do cotidiano de historiadores sociais, que as utilizavam como uma forma de adentrar no universo das relações cotidianas entre distintos atores sociais. Recentemente, o Direito voltou a ser enfocado como objeto de estudo, principalmente em estudos sobre o século XIX, a escravidão e a construção do Estado brasileiro. Estes textos fazem parte de uma linha de pesquisa conceituada como história social do direito, que tem seus fundamentos teóricos nas obras de E.P. Thompson, Pierre Bourdieu e Antonio Manuel Hespanha, e tem como premissa básica a elaboração de uma história do direito a partir de seus atores principais e suas relações sociais, como advogados, juristas, juízes e aqueles agentes que, por diversas razões, se envolveram com a justiça.
Assim, o objetivo deste curso é apresentar as confluências entre História e Direito, no que se refere à construção do conhecimento em ambos os campos, as relações historiográficas entre estudiosos da História e do Direito e, principalmente, fomentar possibilidades de pesquisas futuras, através de exemplos de trabalhos que, atualmente, vêm sendo orientados nesta direção.
Unidades
I. História e Direito: convergências
a. O que é direito, o que é história: convergências teóricas
b. Como se faz história e direito: convergências metodológicas
II. A História no Direito
a. O lugar da história nos estudos de direito
i. O direito comum
ii. O direito pluralista
iii. As escolas medievais
iv. O jusnaturalismo
v. As escolas clássicas do século XIX
vi. O marxismo
III. O Direito na História
a. O lugar do direito nos estudos de história, sociologia e antropologia
i. A leitura sociológica: Weber
ii. Leitores de Weber: Geertz e Bourdieu
iii. A antropologia do direito
iv. Os Annales e a renovação da história política
v. E.P. Thompson e a renovação marxista da década de 1960
vi. Por uma história social do direito e das instituições
IV. Direito, Direitos e Justiças nas Américas: tópicos de pesquisa
i. Cultura e regimes jurídicos nas Américas
ii. Direito e justiça no Brasil colonial
iii. Direito e escravidão
iv. Direito e propriedade
v. Direito, direitos e cidadania
http://www.edu20.org/teacher_class/show/31734
Metodologia do Ensino de História
DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA
DISCIPLINA: Metodologia do Ensino de História
CÓDIGO: HIS
CRÉDITOS: 08 CRÉDITOS
C.H.: 120 h/a
HORÁRIO (aulas teóricas): 2as feiras, 07:30 às 09:10h
PROFa.: Keila Grinberg
PROGRAMA
Ementa: Os conceitos de Tempo, Espaço, Linearidade, Mudança, Continuidade, Relativismo, Estado e poder e Verdade no ensino da História nos níveis fundamental e médio. O desenvolvimento cognitivo e a utilização de conceitos-chave no ensino da História nos níveis fundamental e médio. Novas tecnologias e a pesquisa na sala de aula de História.
Programa detalhado:
Data Atividade
Apresentação do curso – filme “A Coroa do Imperador”, Cidade dos Homens OU Como não se deve fazer
Filme “Uma cidade sem passado” OU Como se deve fazer
Discussão do texto de Paulo Knauss, “O desafio da ciência: modelos científicos no ensino de historia”, in Ensino de Historia: novos horizontes – Cadernos CEDES 67, set/dez 2005, p. 279-295.
Discussão do texto de Paulo Knauss, “Sobre a norma e o obvio: a sala de aula como lugar de pesquisa”, in NIKITIUK, Sonia (org.). Repensando o Ensino de Historia. São Paulo, Cortez, 2001, p. 26-46.
Metodologia científica em sala de aula: os passos da pesquisa.
O Uso de documentos em sala de aula – PAIEF, aulas 13, 14, 15, 16 e 17
Discussão sobre a metodologia: apresentação do caso Morte da Marta – PAIEF, aula 18
Discussão sobre a metodologia: apresentação da oficina “Revolta da Chibata” – PAIEF, aula 19
A aplicação da metodologia: O Forte da Urca
Visita ao Forte da Urca
Orientação aos grupos e apresentação de resultados parciais
Orientação aos grupos e apresentação de resultados parciais
Orientação aos grupos e apresentação de resultados parciais
Apresentação das oficinas
Apresentação das oficinas
Divulgação dos resultados finais e avaliação geral da atividade
Avaliação:
- Elaboração de atividade/oficina de História do Brasil
- Apresentação de atividade / oficina de História do Brasil em micro-classe
Bibliografia suplementar:
• ABREU, Martha e SOIHET, Rachel (orgs.). Ensino de História: conceitos, temáticas e metodologia. Rio de Janeiro, Casa da Palavra / FAPERJ, 2003.
• BITTENCOURT, Circe. O saber histórico na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2001.
• CADERNOS CEDES 10. A prática do Ensino de História. Campinas: Papirus, 1994.
• CARRETERO, Mario (org.) Construir e Ensinar – As Ciências Sociais e a História. Porto Alegre, Artes Médicas, 1997.
• FARIA, Wilson de. Aprendizagem e Planejamento de Ensino. São Paulo, Ática, s/d.
• FORQUIN, Jean Claude. “Saberes escolares, imperativos didáticos e dinâmicas sociais”, Teoria e Educação, n. 5, 1992.
• IOKOI, Zilda. “Cotidiano e cotidianeidade: novos paradigmas no ensino de história”, in História e Utopias. São Paulo, Associação Nacional de História, 1996.
• KARNAL, Leandro (org.) História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. São Paulo, Contexto, 2003.
• LAGOA, Ana Mascia, GRINBERG, Keila e GRINBERG, Lucia. Oficinas de História: projeto curricular de Ciências Sociais e de História. Belo Horizonte, Dimensão, 2000.
• MACHADO, Nílson. Epistemologia e Didática. São Paulo, Cortez, 1996.
• NIKITIUK, Sônia. Repensando o ensino de história. SP: Cortez, 1996.
• Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília, MEC, 1998.
• Paulo Knauss, “Sobre a norma e o óbvio: a sala de aula como lugar de pesquisa”, in NIKITIUK, Sônia. Repensando o ensino de história. SP: Cortez, 1996.
• SILVA, Thelma N.M.B e RABELLO, Heloísa. O Ensino da História – utilização do documento escrito. Niterói, EDUFF, 1992.
• SOUZA et alii (org.). Novas estratégias, novos recursos no ensino de história. Lisboa: Asa, 1993.
http://www.edu20.org/teacher_lessons/list/32579
História do Brasil II
UNIVERSIDADE DO RIO DE JANEIRO (UNIRIO)
DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA
DISCIPLINA: Historia do Brasil II
C.H.: 60 h/a
HORÁRIO: 6as feiras, de 8:00h às 12:00h
PROFa.: Keila Grinberg
Objetivos
A disciplina “Historia do Brasil II” tem como objetivo apresentar um panorama geral da História do Brasil no século XIX, com particular ênfase na análise do processo de emancipação do Brasil, constituição e crise do Império, a crise da ordem escravocrata e a passagem do Império à República.
PROGRAMA
Data Tema Aula Atividade
15/08 Apresentação do curso Cronologia e Historiografia sobre o Brasil Imperial XXX
22/08 Processo de Independência Maria Odila da Silva Dias, “A interiorização da metrópole (1808-1853)”, in A interiorização da metrópole e outros estudos. SP, Alameda, 2005 Discussão do texto
29/08 Processo de Independência Lúcia M. Bastos P. Neves, “Estado e Política na Independência” in Keila Grinberg & Ricardo Salles, Brasil Império. RJ, Civilização Brasileira, 2008, no prelo.
05/09 Primeiro Reinado Gladys S. Ribeiro e Vantuil Pereira, “O Primeiro Reinado em construção”, in Keila Grinberg & Ricardo Salles, Brasil Império. RJ, Civilização Brasileira, 2008, no prelo. A vinda da Corte nos 200 anos da vinda da Corte
12/09 Período regencial Marco Morel. O período das Regências (1831-1840). RJ, Jorge Zahar, 2003. Visita à exposição Solar Grandjean de Montigny
19/09 O Segundo Reinado e a construção do Estado Imperial Marcello Basile, in Maria Yedda Linhares (org.). História Geral do Brasil. SP, Campus, Filme: Mauá, imperador do Brasil
26/09 Escravidão no Império Hebe Mattos, Escravidão e Cidadania no Brasil Monárquico. RJ, Jorge Zahar, 2000. Keila: apresentação da pesquisa
03/10 Economia cafeeira no século XIX Rafael Marquese e Dale Tomich, “O Vale do Paraíba escravista e a formação do mercado mundial do café no século XIX”, in Keila Grinberg & Ricardo Salles, Brasil Império. RJ, Civilização Brasileira, 2008, no prelo. Thiago: apresentação da pesquisa
31/10 Vida privada no Império Luiz Felipe de Alencastro, “Vida privada e ordem privada no Império”, in História da Vida Privada no Brasil vol. 2. SP, Cia das Letras, 1997, p. 11-95. Palestra Mariana Muaze
14/11 O Fim do Tráfico Atlântico Jaime Rodrigues, “O fim do tráfico transatlântico de escravos para o Brasil”, in Keila Grinberg & Ricardo Salles, Brasil Império. RJ, Civilização Brasileira, 2008, no prelo. Daniela Yabeta: apresentação da pesquisa
28/11 Guerra do Paraguai e Crise do Império Vitor Izecksohn, Ricardo Salles Pedro Parga: apresentação da pesquisa
05/12 Abolição Joseli Nunes Mendonça, Cenas da Abolição: escravos e senhores no Parlamento e na Justiça. SP, Fundação Perseu Abramo, 2001, p. 9-52.
05/12 O Pós-Abolição e a Memória do Cativeiro Hebe Mattos e Ana Lugão, Memórias do Cativeiro. RJ, Civilização Brasileira, 2003.
Palestra Andrea Marzano
12/12 2ª Avaliação 2ª Avaliação XXX
Leituras de referência:
VAINFAS, Ronaldo (org.). Dicionário do Brasil Imperial. RJ, Objetiva, 2000.
PEREIRA DAS NEVES, Lucia Bastos e MACHADO, Humberto. O Império do Brasil. RJ, Nova Fronteira, 1999.
Clássicos:
José Murilo de Carvalho, A Construção da Ordem & Teatro de Sombras. RJ, Civilização Brasileira, 2003, capítulos 2, 3 e conclusão (T. de Sombras)
Bibliografia Geral:
Abreu, O império do Divino: festas religiosas e cultura popular no Rio de Janeiro, 1830-1900, Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1999.
Alencastro, Luiz Felipe de, org., História da vida privada no Brasil. Império: a Corte e a modernidade nacional, São Paulo, Companhia das Letras, 1997.
Azevedo, Elciene, Orfeu de carapinha: a trajetória de Luiz Gama na imperial cidade de São Paulo, Campinas, Editora da UNICAMP, 1999.
Azevedo, Célia Marinho de, Onda negra, medo branco: o negro no imaginário das elites (século XIX), Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1987.
Cardoso, Fernando Henrique, Capitalismo e escravidão no Brasil meridional, Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1977.
Carvalho, José Murilo de, A construção da ordem: a elite política imperial, Rio de Janeiro, Editora Campus, 1980.
Carvalho, José Murilo de, Teatro de sombras: a política imperial, São Paulo, Edições Vértice, 1988.
Carvalho, Marcus, Liberdade: rotinas e rupturas do escravismo no Recife, 1822-1850, Recife, Editora da UFPE, 1998.
Castro, Hebe Maria Mattos de, Ao sul da história: lavradores pobres na crise do trabalho escravo, São Paulo, Brasiliense, 1987.
Castro, Hebe Maria Mattos de, Das cores do silêncio: os significados da liberdade no sudeste escravista, Rio de Janeiro, Arquivo Nacional, 1993.
Chalhoub, Sidney, Visões da liberdade: uma história das últimas décadas da escravidão na Corte, São Paulo, Cia. das Letras, 1990.
Chalhoub, Sidney, Cidade febril: cortiços e epidemias na Corte imperial, São Paulo, Cia. das Letras, 1996.
Conrad, Robert, Os últimos anos da escravatura no Brasil: 1850-1888, Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1978.
Conrad, Robert, Tumbeiros: o tráfico de escravos para o Brasil, São Paulo, Brasiliense, 1985.
Costa, Emília Viotti da, Da monarquia à república: momentos decisivos, São Paulo, Livraria Editora Ciências Humanas, 1979.
Costa, Emília Viotti da, Da senzala à colônia, São Paulo, Livraria Editora Ciências Humanas, 1982.
Costa, João Cruz, Contribuição à história das idéias no Brasil (o desenvolvimento da filosofia no Brasil e a evolução histórica nacional), Rio de Janeiro, José Olympio, 1956.
Costa, Wilma Peres, A espada de Dâmocles: o exército, a guerra do Paraguai e a crise do Império, São Paulo, HUCITEC/Ed. da UNICAMP, 1996.
Dean, Warren, Rio Claro: um sistema brasileiro de grande lavoura (1820-1920), Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1977.
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História da África
UNIVERSIDADE DO RIO DE JANEIRO (UNIRIO)
DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA
DISCIPLINA: Historia da África
C.H.: 60 h/a
HORÁRIO: 4as feiras, de 8:00h às 12:00h
PROFa.: Keila Grinberg
Objetivos
A disciplina “Historia da África” tem como objetivo apresentar um panorama geral da Historia africana, dando particular ênfase à instituição do tráfico atlântico de escravos e suas conseqüências, a partir do século XVI.
PROGRAMA
1. O ensino de História da África
2. A África antes do comércio atlântico
3. A criação do mundo atlântico
4. O tráfico de escravos na África
5. Escravidão, comércio e trocas culturais – Africa e Brasil
6. Partilha, resistência e colonialismo
http://www.edu20.org/teacher_class/show/47438